terça-feira, 11 de junho de 2013

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Após atualização, usuários do Windows 7 enfrentam problemas - veja as soluções possíveis.


A atualização estava disponível na terça-feira e, para alguns usuários do Brasil, ela impede a máquina de funcionar, pois fica em processo de início repetidamente. No entanto, a Microsoft ainda não divulgou a razão da pane e uma solução oficial.
Fonte: CBN
Leia mais: http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/cbn-tecnologia-da-informacao/2013/04/11/APOS-ATUALIZACAO-USUARIOS-DO-WINDOWS-7-ENFRENTAM-PROBLEMAS.htm#ixzz2QBGSuNED
Aqui segue uma solução paleativa:
Usuários do Windows 7 estão enfrentando problemas sérios com uma atualização disponibilizada na noite de terça-feira, 9, pela Microsoft. A instalação deste update faz com que o computador não possa ser iniciado novamente.
O problema, originado quando a pessoa instala a atualização KB2823324, só está atingindo quem utiliza a versão de 32 bits do sistema operacional. Caso não saiba se seu sistema é 32 ou 64, clique aqui para descobrir.
Recomenda-se que as pessoas desativem a atualização automática do Windows 7 para evitar este transtorno. Caso o computador já esteja com o pacote instalado, a opção é tentar iniciá-lo apertando a tecla F8 e tentar utilizar um Ponto de Restauração do Windows. Para isso, será necessário ter um disco de boot do sistema operacional.
Até o momento, a Microsoft não anunciou pacote de correção deste bug. Uma busca rápida pelo Twitter mostra que muitos usuários foram afetados pela atualização falha do Windows, o que deve forçar ações rápidas por parte da empresa.
ATUALIZAÇÃO: Procurada pelo Olhar Digital, a Microsoft afirmou que o problema está restrito ao Brasil. A empresa diz que já está trabalhando para solucionar o problema e pede desculpas aos usuários pelo transtorno.
ATUALIZAÇÃO 2: A equipe de especialistas do Olhar Digital testou com sucesso uma solução para o problema. Saiba como corrigir a falha do Windows 7 clicando aqui.
fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/usuarios-do-windows-7-tem-pc-inutilizado-por-atualizacao-do-sistema
Outra opção de restauração (caso o problema na iniciação já esteja acontecendo) é acessar a opção “Recuperar o seu computador” (também pressionando a tecla F8 durante o boot) e acessando o terminal de comando. Em seguida, é preciso introduzir o seguinte código:
  • dism.exe /image:C:\ /cleanup-image /revertpendingactions
fonte: http://app.folha.com/m/noticia/238291

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Pós-graduação em EaD.

Atualmente comecei a cursar uma pós-graduação em ensino à distância, como primeira discilplina a ser cursada a “Educação a Distância no Brasil e no Mundo”. Onde foi possível o aprendizado de grande gama de conhecimentos a respeito da EaD.
Como abordagem inicial foi possível descobrir que a EaD já existia muito antes da criação da internet, fato este que eu não imaginava que fosse possível. Mas com o andamento das aulas da pós, foi possível descobrir estas questões.
Também foi bem explorado o avanço da EaD no âmbito Mundial e em seguida da sua expansão no Brasil.
Por fim descobrimos os projetos futuros da EaD dos "novos tempos".
Juarez Dantas.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Aula a distância não é “fast-food”!!!!

Tema abordado na aula do curso de especialização em Ensino à Distância pela Uniderp- Anhanguera, onde foi discutido a campanha do Conselho Federal do Serviço Social que compara o ensino a distância de Serviço Social à alimentação fast-food, foi manchete em jornais e na decisão do Exmo Juiz federal Haroldo Nader, da 8ª Vara de Campinas (SP), em ação cautelar movida pela Associação Nacional dos Tutores de Ensino a Distância (Anated), muito bem fundamentada suspendeu esta campanha de veiculação.
Para mais informações veja no link:
http://www.educacaoadistancia.blog.br/aula-a-distancia-nao-e-%E2%80%9Cfast-food%E2%80%9D/comment-page-1/#comment-16901

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

MEC estabelece novas regras para cursos de especialização

O Ministério da Educação define novas regras para a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu. O parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), homologado pelo ministro em exercício, José Henrique Paim, no dia 1º de agosto, extingue o credenciamento especial de instituições não educacionais – conselhos de classe, sindicatos, organizações profissionais – para a oferta de cursos de especialização (pós-graduação lato sensu).

Essas instituições poderão continuar a oferecer os cursos que serão considerados livres ou poderão ser credenciados na modalidade strictu sensu, como mestrado profissional, sujeitos à regulamentação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

A exceção serão as escolas de governo, criadas e mantidas pelo poder público, que poderão oferecer cursos de pós-graduação lato sensu, independente de credenciamento especial do MEC.

Fonte: http://www.educacaoadistancia.blog.br

Educação à Distância

O ensino à distância, tem sido uma modalidade de grande avanço no Brasil, principalmente em Brasília. Desse modo muitas pessoas que até então não podiam dedicar uma rotina de horários para concluir um curso superior de maneira presencial, agora podem pois com o avanço da tecnologia, está cada vez mais acessível as modalidades de ensino à distância.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Após anunciar sua saída para a Anhanguera Educacional, Alexandre Dias quer usar tecnologia na transmissão do conhecimento.

"Educação vai passar por revolução", diz ex-executivo do Google


Após anunciar sua saída para a Anhanguera Educacional, Alexandre Dias quer usar tecnologia na transmissão do conhecimento.


Alexandre Dias dá risada quando questionado sobre o burburinho no mercado de tecnologia após o anúncio da sua saída do cargo de diretor-geral do Google no Brasil para assumir a presidência da rede de ensino Anhanguera Educacional. “A saída de um executivo sênior da empresa sempre vai chamar a atenção”, disse ao iG em entrevista ao telefone. Após dois anos à frente da filial brasileira da maior empresa de tecnologia do mundo, Dias está entusiasmado. O motivo? A chance de trabalhar num mercado que cresce muito no Brasil e que deve passar por uma revolução nos próximos anos. O executivo quer usar sua experiência para mudar a maneira como se transmite conhecimento no País. “Será como navegar num portal ou numa loja virtual, mas ao invés de fazer compras a pessoa estará aprendendo”, afirmou. Confira os principais trechos da entrevista:

iG: A sua decisão pegou muita gente de surpresa e deixou o mercado agitado?
Alexandre Dias:
É um movimento que chama a atenção por duas razões. A primeira é que se trata de mais uma notícia sobre educação, assunto que tem rendido muitas manchetes nos últimos anos. E depois por se tratar de Google. A saída de um executivo sênior da empresa sempre vai chamar a atenção. Mas o que importa é que estou entusiasmado e contente. O desafio é enorme e instigante.

iG: O que levou o senhor a deixar a maior empresa de tecnologia do mundo para trabalhar na Anhanguera Educacional?
Dias: Trabalhar no Google é uma experiência única. Fiz isso por dois anos, cumpri um ciclo num setor que é muito dinâmico. Acho que dei uma contribuição positiva. Mas a vida não para aí. Se você analisar, a operação no Brasil é pequena, tem 200 funcionários. A saída do cabeça da empresa gera, no mínimo, curiosidade. O convite da Anhanguera me fez pensar que o ciclo no Google poderia estar no final e acabar antes do previsto. E que poderia entrar numa nova empreitada onde pudesse ser desafiado pela ambição do projeto. A educação é um setor que passa por um processo de profissionalização e que atrai capital e gestão de idéias. Mais do que nunca, é um setor que vai passar por uma revolução. Hoje a educação ainda é muito tradicional, usa giz e quadro para transmitir conhecimento. Tem gente que discute se esse é o melhor método de passar o conhecimento.

Veja também:

Executivo deixa Google Brasil para assumir Anhanguera Educacional

País precisa investir mais em educação, diz Roubini

iG: Que tipo de revolução podemos esperar na educação?
Dias:
Algum tempo atrás, a tecnologia começou a impactar a vida do consumidor, que passou a adotar um computador e o transformou numa commodittie. Isso possibilitou a popularização do conteúdo e ajudou a revolucionar indústrias como música e produção de conteúdo. Agora, a tendência é que mude também a educação. Minha bagagem vai ajudar a estruturar isso.

iG: Já é possível adiantar que tipo de novidades serão adotadas pela Anhanguera?
Dias:
A partir de agora me junto a um grupo de executivos e acadêmicos que têm a missão de precisar e identificar uma visão estratégica. A ideia é discutir que vai acontecer com o ensino. Depois vamos traduzir isso para um modelo de negócio.

iG: O senhor pode dar um exemplo?
Dias:
O que chama a atenção lá fora é a visão de escalabilidade da tecnologia na educação. Alguns grupos educacionais têm data center e oficinas de conteúdo que distribuem conteúdo em escala para milhares e milhares de alunos. É como navegar num portal ou numa loja virtual. Mas, ao invés de fazer uma compra ou ler uma notícia, você passa por uma experiência de aprendizagem.

iG: Quando começaremos a perceber essas mudanças na Anhanguera Educacional?
Dias:
A expectativa é montar um mapeamento disso para os próximos cinco a dez anos, mas queremos buscar algumas mudanças imediatas. Vamos evoluir o modelo de educação a distância nos próximos 12 meses. Ainda está na etapa de discussões. Tenho coisa na cabeça, no papel. Mas é preciso discutir melhor.

iG: Em cinco anos, a Anhanguera Educacional quer triplicar o número de alunos matriculados. Como conseguir isso?
Dias:
É um salto grande. Mas em 2005 a empresa tinha 20 mil alunos. Naquela época, falar em 300 mil era um sonho distante. A ideia agora é acelerar o crescimento. Pelo histórico, isso é possível. Para atrair, vamos usar três alavancas. A primeira é o modelo orgânico de crescimento, onde visualizar espaços no mercado para faculdades e trabalhar o mercado da região. Também vamos fazer aquisições. A Anhanguera é a empresa que mais fez aquisições no mercado de educação. Por fim, nossas unidades estão passando por um processo acelerado de maturação.

iG: Por que focar nas classes C e D?
Dias:
Porque a oportunidade está nessas classes sociais. A classe A já é bem servida, sem falar que se trata de uma classe menor. A classe média vem passando por um crescimento do poder aquisitivo e tem uma carência de serviços customizados para sua realidade.

iG: Para deixar o Google o senhor recebeu uma proposta irrecusável?
Dias:
O aspecto financeiro compõe um portfólio, mas não é decisivo. Não diria que foi dinheiro que me fez vir para a Anhanguera. Atuar numa empresa brasileira, num setor de alto crescimento, de oportunidades e de profissionalização são pilares mais importantes do que isso.

XXI Congresso da Ordem dos Engenheiros "Engenharia e Transformação Digital”