Em busca de inserção no cenário do desenvolvimento de
pesquisas, estudantes do Programa de Iniciação Científica marcam
presença na 15ª Edição do evento
O Centro Universitário IESB irá ter sua representação no 15º Congresso
de Iniciação Científica do Distrito Federal e 24º Congresso de Iniciação
Científica da UnB, que terá início dia 24 de setembro, no Campus Darcy
Ribeiro. O evento contará com a presença dos alunos Ayla Santana Soares,
Juarez Dantas, Mariana Reis de Freitas, Sofia Faria de Fonseca, Kelly
Afonso Clemente, Vanessa Beatriz de Castro de Sousa, Allan Kleitson
Teotonio, Jean Kevyn Correia Pessoa, Cristiane Dias da Silva Bezerra e
Dávini Ribeiro Alves de Lima. Os estudantes participam do Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC).
Fonte: http://www.iesb.br/institucional/noticia/
Mostrando postagens com marcador Engenharia Civil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Engenharia Civil. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
quarta-feira, 6 de junho de 2018
Engenheiros Civis chineses rodam tabuleiro de obra-de-arte ferroviária de alta-velocidade
A cadeia de média chinesa CCTV acompanhou o processo de rotação do tabuleiro de uma obra-de-arte ferroviária de alta-velocidade na província de Henan. A operação foi necessária devido à existência de um conjunto de viadutos e linhas ferroviárias na proximidade.
Na operação, os engenheiros civis chineses utilizaram equipamento pesado e instrumentação de controlo de elevada precisão, de forma a que o tabuleiro ficasse devidamente alinhado na sua posição final.
No vídeo é possível acompanhar o progresso da rotação e ajuste de duas das seções da obra-de-arte, que foram manipuladas lentamente ao longo de cerca de 1 hora. Os preparativos finais para a operação decorreram na quarta-feira, 30/05/2018, às primeiras horas da manhã.
A estrutura, com um comprimento total de cerca de 264 metros, faz parte da infraestrutura ferroviária de alta-velocidade Shanghehang, que liga Shangqiu e Hefei, no Sudeste da China, com a metrópole de Hangzou.
O projeto, que terá 795 quilômetros de comprimento, deverá ficar concluído no final de 2019 e permitirá a circulação de composições ferroviárias a velocidades que superam os 350 quilômetros horários.
Fonte: www.engenhariacivil.com | EngenhariaCivil.com; CGTN/CCTV | Imagens (adaptadas): EngenhariaCivil.com; via CGTN/CCTV
Na operação, os engenheiros civis chineses utilizaram equipamento pesado e instrumentação de controlo de elevada precisão, de forma a que o tabuleiro ficasse devidamente alinhado na sua posição final.
No vídeo é possível acompanhar o progresso da rotação e ajuste de duas das seções da obra-de-arte, que foram manipuladas lentamente ao longo de cerca de 1 hora. Os preparativos finais para a operação decorreram na quarta-feira, 30/05/2018, às primeiras horas da manhã.
A estrutura, com um comprimento total de cerca de 264 metros, faz parte da infraestrutura ferroviária de alta-velocidade Shanghehang, que liga Shangqiu e Hefei, no Sudeste da China, com a metrópole de Hangzou.
O projeto, que terá 795 quilômetros de comprimento, deverá ficar concluído no final de 2019 e permitirá a circulação de composições ferroviárias a velocidades que superam os 350 quilômetros horários.
Fonte: www.engenhariacivil.com | EngenhariaCivil.com; CGTN/CCTV | Imagens (adaptadas): EngenhariaCivil.com; via CGTN/CCTV
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Mobilidade profissional poderá chegar a Espanha, Itália e Austrália
Formada pelo secretário de Assuntos Internacionais, Jorge Arbache, pelos assessores José Nelson Bessa Maia, David Menezes e pelo analista Luciano Silva, a comitiva foi recebida pelo presidente e pelo assessor da presidência do Confea, eng. agr. Flávio Bolzan.
“Temos que fazer o país andar, e o setor da Engenharia move o país. Assim, entendemos a necessidade de conversar com o Confea para que vocês possam nos ajudar a sinalizar isso para o mercado internacional de infraestrutura, já que as empresas nos cobram esse passo antes de aceitarem investir nas concessões de aeroportos, portos, energia e outras áreas. Consideramos mais do que razoável que eles queiram fazer uso de seus engenheiros, e temos que colocar esses editais na rua”, sugeriu Arbache. Ele citou como exemplo acordo firmado com o Peru para a liberação recíproca de compras governamentais, a ser estendido ao México, Colômbia e Chile, “gerando concorrência sem afetar o nosso mercado”.
O presidente José Tadeu abordou a necessidade de atender às leis nº 5.194/1966, 8.666/93 e 6.496/1977
para esclarecer a importância da Anotação de Responsabilidade Técnica e
da Certidão de Acervo Técnico como formas de proteger a sociedade por
meio do reconhecimento de profissionais habilitados, inclusive em obras
públicas.
“Agora, com Portugal, onde a princípio definimos uma cota de 500
profissionais/ano, a única exigência foi o registro na entidade
profissional, o que já garante a capacidade profissional por meio de um
documento com fé pública, que considera o tripé formação, qualificação e
atribuição profissional. Vieram 96 portugueses, e levamos 428
profissionais brasileiros. Acredito que essa experiência possa ser
reproduzida nesses dois países, Espanha e Itália, e também com a
Austrália, onde já estamos com um entendimento bastante adiantado. Mas
talvez seja necessário o contato governamental porque eles também têm
que abrir a porteira deles lá”, comentou José Tadeu, citando os
entendimentos mantidos com a Espanha e com outros países de língua castelhana.
Fonte:
Alessandra Cardoso e Henrique Nunes
Equipe de Comunicação do Confea
Equipe de Comunicação do Confea
domingo, 12 de março de 2017
O extraordinário mundo subterrâneo do sistema de metrô de Londres
O Museu de Transportes de Londres possui uma interessante coleção de diagramas tridimensionais que revelam um pouco da complexidade da infraestrutura subterrânea
da capital britânica e da sua evolução desde os anos 20 até aos anos 90
do século passado. Nos cortes e representações tridimensionais das
múltiplas camadas dos sistemas subterrâneos, é possível perceber como
era feito não só o transporte de passageiros através do intrincado
sistema de metropolitano, mas também a forma engenhosa como eram
distribuídas mercadorias e correio postal pelas diferentes zonas de
Londres.Imagens (adaptadas): London Transport Museum via Londonist
fonte: https://www.engenhariacivil.com/
Quanto ganha um Engenheiro Civil que trabalha no Reino Unido?
De acordo com a EngineeringUK, em média um Engenheiro Civil recém-graduado recebe
27260 libras (cerca de 35 mil Euros ou 158 mil Reais) por ano, um valor
só ultrapassado pelos médicos e médicos dentistas recém-formados.Para um Engenheiro Civil com Doutoramento o salário médio anual inicial é de quase 34 mil libras (cerca de 44 mil Euros ou 197 mil Reais).
A média global salarial para Engenheiros Civis (com
diversos níveis de experiência e qualificação) é de quase 41 mil libras
(cerca de 53 mil Euros ou 238 mil Reais), o que significa que um
Engenheiro Civil sénior poderá alcançar facilmente um salário base
correspondente ao dobro daquele valor.
Fonte: Engineering UK | Imagem (adaptada): via Engineering UK
A organização sem fins lucrativos EngineeringUK divulgou o seu relatório anual “Engineering UK 2016 – O Estado da Engenharia” sobre o exercício da profissão de engenheiro no Reino Unido. O documento, que analisa, entre outros, os salários dos Engenheiros Civis,
constitui um estudo detalhado sobre a situação atual e o futuro de um
setor que representou, no ano passado, um contributo para a economia de
mais de 450 mil milhões de libras, mas que tem um défice anual de 69 mil
profissionais.
A EngineeringUK tem como objetivos principais a
consciencialização do contributo vital dos engenheiros, da engenharia e
da tecnologia para a sociedade e a promoção do aumento da oferta de
engenheiros, inspirando a prossecução de carreiras na área.
De acordo com o relatório, o setor emprega 5.5 milhões de pessoas,
dois terços das quais são engenheiros ou técnicos de engenharia, sendo
68% mais produtivo que, por exemplo, o setor do retalho.
Se o setor da engenharia tivesse todas as vagas preenchidas, promoveria um crescimento muito substancial da economia, gerando o equivalente a 27 mil milhões de libras suplementares por ano.
Se o setor da engenharia tivesse todas as vagas preenchidas, promoveria um crescimento muito substancial da economia, gerando o equivalente a 27 mil milhões de libras suplementares por ano.
No que diz respeito à contribuição económica dos principais setores
industriais estratégicos, ao setor da construção corresponde um Valor
Acrescentado Bruto de 90 mil milhões de libras, cerca de 6.70% do total
no país.
O setor da construção emprega 2.98 milhões de pessoas, correspondendo a 10% da população ativa do Reino Unido.
O setor da construção emprega 2.98 milhões de pessoas, correspondendo a 10% da população ativa do Reino Unido.
Alguns dos setores de destaque para Engenheiros Civis no Reino Unido são o setor eólico offshore e onshore,
suportados, respetivamente por 14 mil empregos com um crescimento anual
de 8% e 19 mil empregos, com um crescimento anual de 10%.
O setor de produção de energia solar por seu lado possui um crescimento anual de 20% e atualmente emprega mais de 35 mil pessoas.
Outras áreas importantes para Engenheiros Civis são a área de barragens e produção hidroelétrica e o projeto, construção e operação ferroviária que contribui com 7 mil milhões para a economia e emprega mais de 85 mil pessoas, devendo este número duplicar nos próximos 15 anos.
O setor de produção de energia solar por seu lado possui um crescimento anual de 20% e atualmente emprega mais de 35 mil pessoas.
Outras áreas importantes para Engenheiros Civis são a área de barragens e produção hidroelétrica e o projeto, construção e operação ferroviária que contribui com 7 mil milhões para a economia e emprega mais de 85 mil pessoas, devendo este número duplicar nos próximos 15 anos.
![]() |
| https://www.engenhariacivil.com |
No total existem cerca de 300 mil Engenheiros Civis a trabalhar no Reino
Unido, sendo, de longe, a região de Inglaterra, aquela que mais
empregos tem disponíveis no setor da construção.
Cerca de 15.7% de todos os engenheiros no Reino Unido são Engenheiros Civis, possuindo estes uma impressionante taxa de empregabilidade de 74.9%.
As vagas em empresas de construção tendem a crescer 22.1% ao ano e em gabinetes de projeto e consultoria de engenharia o crescimento esperado é de 19.7%.
Cerca de 15.7% de todos os engenheiros no Reino Unido são Engenheiros Civis, possuindo estes uma impressionante taxa de empregabilidade de 74.9%.
As vagas em empresas de construção tendem a crescer 22.1% ao ano e em gabinetes de projeto e consultoria de engenharia o crescimento esperado é de 19.7%.
Fonte: https://www.engenhariacivil.com
sábado, 11 de março de 2017
Construção 4.0 segue longe do mercado brasileiro
Empresas que perseguem conceitos inovadores ainda são minoria no
país. Destas, a maioria já pratica gestão de projetos através de
softwares
Por: Altair Santos
![]() |
| foto: http://valoragregado.com |
Convencionou-se chamar de Construção 4.0 tudo o que
abrange automação no canteiro de obras, gestão de projetos através de
softwares e emprego de novas tecnologias construtivas, como a impressão 3D.
Os conceitos desta nova tendência seguem os da Indústria 4.0, já
consolidada principalmente no setor automobilístico. Neste segmento, os
ganhos de produtividade, redução de custos e de economia de recursos
naturais são notórios. É isso o que a construção civil passou a
perseguir.
A partir da Bauma 2016 – maior feira internacional
de máquinas, veículos, materiais e equipamentos para obras e construções
– ficou claro que a Construção 4.0 é um caminho sem volta. Já existe
uma lista de países que avança celeremente na adoção de procedimentos
embutidos nesta nova tendência. Entre eles, Estados Unidos, Alemanha,
Inglaterra, Espanha, Portugal, Canadá, África do Sul, Angola, Austrália e
China. Na América Latina, Argentina, Chile e México já estão na frente
do Brasil, o que especialistas definem como um problema para o país.
Os entraves econômicos impostos à construção civil desde 2014
inviabilizam o Brasil de acompanhar esses avanços. O receio de analistas
é que o país não consiga acompanhar as evoluções e perca
competitividade. “Na Bauma 2016, percebemos que o Brasil precisa saltar
etapas se quiser seguir na competição, rumo à quarta revolução industrial”, disse Uirá Falseti, diretor da UpSoul, em palestra na IT Forum Expo 365.
O consultor disse que também viu na Bauma 2016, em Munique, na
Alemanha, inovações tecnológicas para a produção de agregados e de
concreto, todas focadas na produtividade, na sustentabilidade
e eficácia. Entre os equipamentos, havia betoneiras inteligentes, que
controlam todas as especificações do material desde que ele sai da
concreteira até o local da obra, além de equipamentos que transformam
concreto de demolição em agregados para a produção de artefatos
pré-fabricados não-estruturais.
Santa Catarina lidera
É importante ressaltar, porém, que a Construção 4.0 não prioriza apenas a manufatura de produtos, mas dá relevante importância aos cuidados que se deve ter com os projetos e às exigências do mercado. “No mundo todo, a demanda por materiais de construção flutua de acordo com as exigências do mercado e confronta fabricantes a fatores como redução de custos de produção, legislação ambiental e consumidores cada vez mais exigentes. Por isso, a importância da Construção 4.0, a fim de que o setor atinja essas metas”, completou Uirá Falseti.
É importante ressaltar, porém, que a Construção 4.0 não prioriza apenas a manufatura de produtos, mas dá relevante importância aos cuidados que se deve ter com os projetos e às exigências do mercado. “No mundo todo, a demanda por materiais de construção flutua de acordo com as exigências do mercado e confronta fabricantes a fatores como redução de custos de produção, legislação ambiental e consumidores cada vez mais exigentes. Por isso, a importância da Construção 4.0, a fim de que o setor atinja essas metas”, completou Uirá Falseti.
No Brasil, segundo dados do Centro de Tecnologia de Edificações (CTE)
aproximadamente 800 empresas ligadas à cadeia produtiva da construção
civil já adotam algum modelo de gestão dentro do conceito Construção 4.0
ou estão viabilizando a implantação. Boa parte destas companhias está
ligada à área de revestimentos, porcelanatos, tubos e conexões, o que
faz de Santa Catarina o estado com o maior número de indústrias entrando
no universo da Construção 4.0. “Acompanhamos a construção civil
catarinense e sabemos que ela está empenhada na melhoria da
produtividade e na busca de inovação. O setor está alinhado às
tendências mundiais em automação de processos, novos materiais e
sustentabilidade”, afirmou o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, em
recente seminário sobre inovação e novas tecnologias na construção
civil.
Entrevistados
– Uirá Falseti, diretor da consultoria UpSoul
– Centro de Tecnologia de Edificações (CTE) (via assessoria de imprensa)
– FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (via assessoria de imprensa)
– Uirá Falseti, diretor da consultoria UpSoul
– Centro de Tecnologia de Edificações (CTE) (via assessoria de imprensa)
– FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (via assessoria de imprensa)
Contatos
contato@upsoul.com.br
comunicacao@cte.com.br
imprensa@fiesc.com.br
contato@upsoul.com.br
comunicacao@cte.com.br
imprensa@fiesc.com.br
Crédito Foto: Bauma
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
![]() |
| fonte: http://www.grandesconstrucoes.com.br |
![]() |
| fonte: http://bunker-teksped.com |
![]() |
| fonte: www.cimentoitambe.com.br |
Fonte: http://www.cimentoitambe.com.br/construcao-4-0-mercado-brasileiro/
domingo, 5 de março de 2017
Confea e OEP assinam proposta para estender acordo de reciprocidade até 2018
Brasília, 23 de fevereiro de 2017.
A propositura prolonga por mais um ano o
prazo de vigência do Termo de Reciprocidade firmado entre o Conselho
Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e a Ordem de Engenheiros de
Portugal (OEP) em 2015, e aditivado no ano passado para vigorar até
abril próximo.
Com a nova proposta, a mobilidade
profissional entre os dois países passa a valer até 31 dezembro de 2018.
Após essa data, a renovação do acordo será automática por períodos de
dois anos.
O documento, que foi assinado nesta semana
pelos presidentes das duas instituições, ainda precisa passar pelo
plenário do Conselho Federal para ter validade. A previsão é de que isso
aconteça em março.
O Termo de Reciprocidade aplica-se aos
profissionais graduados que tenham cursado, no mínimo, 3600 horas no
Brasil ou cinco anos de estudos em Portugal. Profissionais da Engenharia
brasileiros interessados em trabalhar em Portugal poderão se dirigir a
qualquer Crea ou inspetoria e apresentar o Formulário de Requerimento e a
documentação pertinente. Confira aqui os procedimentos para registro e a íntegra do Termo de Reciprocidade.
Reciprocidade entre países de língua portuguesa
Também nesta semana, o presidente do
Confea conduziu a primeira reunião da Federação das Associações de
Engenheiros de Língua Portuguesa (Faelp), da qual ele é presidente. A
agenda, que teve a participação do vice e bastonário da Ordem de
Engenheiros de Portugal, Carlos Aires, pautou a programação das
atividades da federação para este primeiro ano de atividades.
A reunião tratou ainda da 1ª Cimeira prevista para acontecer em 2018 em Maputo, capital de Moçambique, e da proposta de Termo de Reciprocidade entre os países-membros da Faelp, considerada pelas lideranças uma iniciativa inovadora e que permitirá o reconhecimento internacional das competências profissionais dos engenheiros.
A Faelp foi criada em novembro de 2016 e tem sede na Ordem dos Engenheiros de Portugal. O primeiro mandato de presidente, que vai até 2020, é exercido pelo engenheiro civil José Tadeu.
Leia mais
Confea e Ordem dos Engenheiros de Portugal definem requisitos para emissão de registro profissional recíproco
A reunião tratou ainda da 1ª Cimeira prevista para acontecer em 2018 em Maputo, capital de Moçambique, e da proposta de Termo de Reciprocidade entre os países-membros da Faelp, considerada pelas lideranças uma iniciativa inovadora e que permitirá o reconhecimento internacional das competências profissionais dos engenheiros.
A Faelp foi criada em novembro de 2016 e tem sede na Ordem dos Engenheiros de Portugal. O primeiro mandato de presidente, que vai até 2020, é exercido pelo engenheiro civil José Tadeu.
Leia mais
Confea e Ordem dos Engenheiros de Portugal definem requisitos para emissão de registro profissional recíproco
Julianna Curado
Equipe de Comunicação do Confea
Com informações da Ordem de Engenheiros de Portugal
Fonte: CONFEA -Conselho Federal de Engenharia e Agronomia
domingo, 19 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Vistorias nas pontes de Brasília - Parte II - Ponte JK
Na II parte da vistoria de pontes em Brasília será apresentada a Ponte Juscelino Kubitschek, ou Ponte JK.
Abaixo segue o esquema de fixação dos estais de sustentação entre o tabuleiro e os arcos:
Nos pilares e aparelhos de apoios da ponte não foram observados a presença de patologias ou deteriorações estruturais.
A camada de capa de asfalto da rampa de acesso ao tabuleiro da ponte encontra-se muito deteriorado.
É possível observar que os maiores problemas da ponte JK são de má conservação, manutenção e limpeza, não apresentando no momento problemas estruturais.
Por fim, o próximo artigo será a etapa III, em que falaremos sobre a ponte projeta por Oscar Niemeyer com 400 metros de extensão. Inaugurada em 1976 a Ponte Honestino Guimarães (antigo nome Ponte Costa e Silva).
Sugestão de livro:
Autor: Usiminas Mecânica / Via Dragados
Editora: Usiminas
Estante: Arquitetura
Ano: 2002
Endereço: Brasília - DF, 70297-400
Início da construção: 2000
Inauguração: 15 de dezembro de 2002
Altura: 63 m
Comprimento total: 1.200 m
Localização: Brasília
Arquitetos: Alexandre Chan, Mário Vila Verde
Localização:
Localização:
Foi eleita em 2003 como a ponte mais bonita do mundo pela Sociedade de Engenharia do Estado da Pennsylvania, nos Estados Unidos.
A estrutura da ponte tem quatro apoios com pilares submersos no Lago Paranoá.
Os três vãos de 240 metros são sustentados por três arcos assimétricos e
localizados em planos diferentes, com cabos tensionados de aço colocados em forma cruzada, o que geometricamente faz com que os cabos formem um plano parabólico. Com seus arcos assimétricos, a estrutura em três arcos, inspirados "pelo movimento de uma pedra quicando sobre o espelho d'água", é única no mundo, comparável em forma mas não em sistema estrutural, como a passarela do Aquário Público do Porto de Nagoya, Japão. (Wikipédia)
![]() |
| Foto: gazetadopovo |
Uma conquista de Engenharia e o desafio
O arcos de sustentação da Ponte JK se encaixam diagonalmente nos pilares
de sustentação produzindo esforços tridimensionais na fundação. O
esforço horizontal foi o maior já encontrado em pontes pela engenharia
humana, alcançando 3.500 toneladas-força. O cálculo da estrutura
metálica foi realizado na Dinamarca. Alguns pilares, como o P6 e o P7,
têm cada um 24 pilares verticais e 66 inclinados, para combater este
esforço horizontal.
![]() |
| Vista lateral - é possível observar a posição dos pilares inclinados e verticais |
![]() |
| Foto: metalica.com.br |
As fundações tiveram que alcançar solo
estável em grande profundidade, sendo fincadas a até 65 metros de
profundidade. A região de Brasília se caracteriza por apresentar camadas
de solo não homogêneas, sendo 13 tipos diferentes de subsolo alguns
como o quartzito, (que só não é mais duro do que o diamante), o que
somado ao enorme esforço horizontal provocou um aumento considerável nas
fundações, e a construção de blocos de coroamento de grandes dimensões e
com maioria de estacas inclinadas.
O segundo grande desafio a
ser vencido, foi a montagem dos grandes arcos, executada com a
utilização de pilares metálicos provisórios que os sustentaram até
estarem completos. Outros pilares provisórios sustentaram os vãos do
tabuleiro de rolagem, até que os estaios de sustentação vindos dos arcos
estivessem prontos. (metalica.com.br)
![]() |
| Foto: metalica.com.br |
Informações estruturais:
A ponte JK possui um sistema construtivo com estruturas metálicas auxiliares para sustentação tanto dos tabuleiros quanto dos arcos. (FONSECA, 2007)Abaixo segue o esquema de fixação dos estais de sustentação entre o tabuleiro e os arcos:
Arcos metálicos: Os três arcos que constituem a parte central da ponte tem vãos de 24 metros de largura, dimensionado em conformidade com o disposto nas normas para rodovias de
primeira classe. São os elementos principais da estrutura de suporte da
ponte. As dimensões transversais dos arcos variam de 6,50 x 5,00 metros
nas nascenças, a 5,00 x 3,00 metros no fecho central. (Fonte: Conhecendo Brasília.com)
Estais: Os 16 estais de
cada arco foram distribuídos em pares ao longo do tabuleiro com
distâncias regulares de 20 metros, sendo oito estais de cada lado do
tabuleiro, ligando a face interior dos arcos com as travessas de apoio
que se projetam lateralmente dos tabuleiros. Os estais são compostos por
cordoalhas de 15,7 mm de espessura, galvanizadas e protegidas por cera e
bainha individual de PEAD. (Fonte: Conhecendo Brasília.com)
Após 9 anos da inauguração da ponte ocorreram alguns problemas no sistema de suporte da porte:
![]() |
| Foto do desnível causado na junta de dilatação da ponte JK (imagem: Agência Brasil) |
A Ponte JK foi interditada em janeiro de 2011, devido
a um desnível no piso, foi parcialmente liberada no final da tarde para
veículos leves, como carros de passeio e motos. Além disso, a
velocidade permitida enquanto persistir o problema será de 40
quilômetros por hora (km/h).
Companhia
Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) afirmou que o desnível
foi constatado na região da junta de dilatação.
Para o engenheiro Guilherme Sales Melo, do Departamento de Engenharia
Civil e Ambiental da Universidade de Brasília (UnB), a falta de
manutenção deve ser o principal motivo da falha.
(Fonte: Agência Brasil, 2011)
Vistoria na ponte feita dia 05/02/2017:
Em fevereiro de 2017 fui verificar a situação da ponte JK, fazendo parte da série de artigos obre as ponte de Brasília, e alguma fotos foram tiradas nos principais locais de possíveis patologias apresentadas com o tempo.Nos pilares e aparelhos de apoios da ponte não foram observados a presença de patologias ou deteriorações estruturais.
| Cabeça do pilar com os aperelhos de apoio responsável por receber as solicitações de carga da porte. (foto: Juarez) |
| vistas da parte inferior da ponte. (foto: Juarez) |
| Vigas de aço da ponte apoiadas sobre os aparelhos de apoio. (foto: Juarez) |
| Foto do aparelho de apoio que recebe a viga da ponte e distribui a carga de compressão no pilar. (foto: Juarez) |
| Imagem demonstra a colocação do aparelho de apoio da ponte no topo do pilar que irá receber a viga de sustentação. |
| Vista inferior da ponte da parte sul. (foto: Juarez) |
As fotos a seguir mostra a situações atual das juntas de dilatação que apresentaram desnível no ano de 2011.
| (foto: Juarez) |
| Imagem da junta de dilatação entre a rampa de acesso a ponte e o tabuleiro da ponte do lado norte. (foto: Juarez) |
| Imagem da junta de dilatação entre a rampa de acesso a ponte e o tabuleiro da ponte do lado sul da ponte (foto: Juarez) |
A camada de capa de asfalto da rampa de acesso ao tabuleiro da ponte encontra-se muito deteriorado.
| (foto: Juarez) |
É possível observar que os maiores problemas da ponte JK são de má conservação, manutenção e limpeza, não apresentando no momento problemas estruturais.
Por fim, o próximo artigo será a etapa III, em que falaremos sobre a ponte projeta por Oscar Niemeyer com 400 metros de extensão. Inaugurada em 1976 a Ponte Honestino Guimarães (antigo nome Ponte Costa e Silva).
Referências:
- https://arcoweb.com.br/finestra/arquitetura/alexandre-chan-ponte-lago-paranoa-01-01-2003
- http://wwwo.metalica.com.br/ponte-jk-brasilia-ponte-do-mosteiro-terceira-ponte-do-lago-sul
- Arquivo Público do DF. Fundo Novacap. proc. 12610/69;
- VIA DRAGADOS. JK Brigde: Brasília. Rio de Janeiro: EducaBem Editora, 2002;
- FONSECA, Roger Pamponet. A Ponte Oscar Niemeyer em Brasília: Dissertação UNB. Brasília 2007.
- http://oglobo.globo.com/brasil/ponte-jk-em-brasilia-interditada-apos-problemas-de-desnivel-no-piso-2834686#ixzz4XwJZ2sZr
- http://www.conhecendobrasilia.com/ponte-jk
Sugestão de livro:
Título: Jk Bridge Brasília
Autor: Usiminas Mecânica / Via Dragados
Editora: Usiminas
Estante: Arquitetura
Ano: 2002
Assinar:
Comentários (Atom)





































