sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Apresentação do Artigo no XXI Congresso da Ordem dos Engenheiros em Portugal

No dia 24 de novembro foi apresentado o Artigo INFLUÊNCIA DE UMA COLINA GAUSSIANA NA POTÊNCIA DE UMA TURBINA DE EIXO HORIZONTAL, durante as sessões técnicas paralelas do XXI Congresso da Ordem dos Engenheiros pelo Prof. Eng. Jhony e os alunos Juarez e Aleksandro:

Para ler o artigo clique para realizar o download:
Artigo


Professor Eng.  Jhony e Alunos Juarez e Aleksandro durante a apresentação do Artigo
Professor Eng. Jhony compondo a mesa dos oradores.

Universidade de Coimbra visitada pelos alunos.

Universidade de Coimbra


Alunos do curso de Engenharia Civil no Brasil que participaram do XXI Congresso.
Sede de ordem dos Engenheiros em Lisboa

Fachada do Convento de São Francisco onde se realizou o XXI Congresso.

Prof. Eng. Jhony, Eng. Nalva e alunos de Engenharia no XXI Congresso.

Jantar Oficial dos Engenheiros realizado na antiga Igreja do Convento de São Francisco.

Sessão Plenária durante o XXI Congresso.

Sessão de Abertura do XXI Congresso realizada pelo Bastonário Carlos Mineiro Aires.

Participação durante o XXI Congresso.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Alunos de Engenharia Civil do IESB apresentam artigo no XXI Congresso da Ordem dos Engenheiros em Portugal

Sete alunos e o professor do curso de Engenharia Civil EAD, Jhony Jamer, participarão do XXI Congresso da Ordem dos Engenheiros em Portugal nos dias 23 e 24.11. Os alunos cursam o 7º semestre e sua ida tem como objetivo apresentar um artigo produzido no projeto de Iniciação Científica do Professor Jhony Jamer Ordonez Lopez chamado “Influência de uma Colina Gaussiana na Potência de uma Turbina de Eixo Horizontal”.
O Congresso acontecerá em Coimbra, no Convento de São Francisco. As reflexões e debates promovidos durante o XXI Congresso terão como linha condutora os universos relacionados com a investigação científica e a inovação; a estratégia europeia para o mercado único digital; a Engenharia e competitividade; assim como o estado da utilização das tecnologias digitais em Portugal. O evento também conta com a ilustre presença do atual Presidente da República Portuguesa, o Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa.

 Relação dos alunos que vão participar do Congresso em Portugal


QTD
ALUNOS
1
Prof. Msc. Eng.  JHONY – UNB
2
JUAREZ DANTAS
3
ALEKSANDRO WESLEY FERREIRA DE AZEVEDO
4
ROBERTO ROSA DE SANTANA
5
JORGE MENDES DA SILVA
6
ADRIANE CARNEIO AGUIAR
7
MATHEUS DANIEL SANTOS DE SANTANA
8
MAYCON VIEIRA DE MELO
 


Fonte: IESB.br 

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Holandeses constroem maior parque de estacionamento do mundo para bicicletas

O Município de Utrecht anunciou a conclusão da construção e entrada em funcionamento do maior parque do mundo para estacionamento de bicicletas. Com 17100 metros quadrados de área interior, a estrutura parcialmente subterrânea localiza-se junto à Estação Central daquela cidade holandesa e encontra-se integrada na rede regional de ciclovias, sendo capaz de albergar, para já, cerca de 6 mil bicicletas e, no final do próximo ano, 12500 bicicletas. Está ainda prevista a expansão para 33 mil lugares de estacionamento até 2020.





Fonte: https://www.engenhariacivil.com

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Major award win for Hong Kong Project 901, Admiralty


Laing O’Rourke has been confirmed as a global leader in complex civil infrastructure taking out the Specialist Tunnelling Project of the Year at the NCE 2015 Tunnelling & Underground Space Awards.

The 901 project, being delivered with joint venture partners Kier and Kaden, is one of MTR’s most complex and challenging to date and will greatly expand the capacity and connections of Admiralty Station and the South Island Line – under the heart of Hong Kong’s Central district.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Veja os detalhes de execução da sondagem SPT-T

    Para conhecer o tipo de solo de um terreno e suas principais características, como o nível do lençol freático e a resistência, é fundamental que seja feita alguma sondagem. Uma das mais conhecidas e realizadas antes da escolha da fundação é a SPT-T.
    A sondagem SPT-T é um método de investigação de solo cujo avanço da perfuração é feito por meio de trado ou de lavagem, sendo utilizada a cravação de um amostrador padrão para a obtenção de medida de resistência à penetração, coleta de amostra e determinação do nível de água.
   A resistência do solo é obtida pelo número de golpes necessários para cravar um amostrador padrão utilizando o procedimento executivo definido na norma ABNT 6884:2001. A medida de resistência, mais conhecida como NSPT, é obtida contando o número de golpes necessários para cravar três segmentos de 15 cm. A amostra coletada metro a metro permite a análise tátil e visual das distintas camadas do subsolo. Quando a sondagem é realizada acima do nível de água, a perfuração deve ser executada com o auxílio de um trado concha ou helicoidal até atingir o lençol freático. Abaixo do nível do lençol freático é possível utilizar o método de percussão com circulação de água (método de lavagem) com cravação obrigatória de revestimento. O ensaio SPT torna-se SPT-T quando, após o término da cravação do amostrador, é acoplado um torquímetro na parte superior da composição de hastes e é aplicado o torque obtendo duas medidas. Uma corresponde ao valor máximo do torque e a outra ao torque residual.
fonte: construcaomercado.pini.com.br
1. Amostrador padrão
Após atingir 1 m de profundidade de escavação, a equipe posiciona o amostrador padrão. Este equipamento será cravado para o teste de resistência à percussão e coletará as amostras de solo. Para a cravação também é necessário posicionar a cabeça de bater, que vai receber o impacto direto do martelo.
2. Marcação
É necessário marcar com um giz um segmento de 45 cm dividido em três partes iguais de 15 cm. Essa marcação servirá como referência para a contagem das batidas do martelo em cada trecho.
3. Posicionamento do martelo
Para começar a cravação, o martelo é posicionado a 75 cm de altura da cabeça de bater. Depois, se iniciam os golpes até que sejam cravados os 45 cm. Um membro da equipe anota no boletim a quantidade de golpes necessária para cravar o amostrador a cada 15 cm.
4. Coleta de amostras
Após cravar os 45 cm, retira-se o amostrador padrão para a coleta de amostras do solo. O processo segue, até que se encontre o nível d'água.
5. Teste de umidade
Ao perceber a umidade do solo escavado, é feito um teste para saber se foi atingido o nível d'água. Esse teste é realizado com um equipamento conhecido como "piu" que, ao tocar a água, emite um som. Deste ponto até o final da sondagem, a perfuração continua com o método conhecido como lavagem. O equipamento de escavação usado é o trépano de lavagem, que permite coletar o material escavado pela circulação da água, que ocorre com a ajuda de uma bomba motorizada.
6. Colocação do torquímetro
Terminando a cravação do amostrador, é acoplado um torquímetro na parte superior da composição de hastes e é aplicado o torque obtendo duas medidas. Uma corresponde ao valor máximo do torque e a outra ao torque residual.

Colaboração: Reportagem "Sondagem à percussão", revista Equipe de Obra, edição nº 45.

FONTE:http://construcaomercado.pini.com.br/

terça-feira, 1 de agosto de 2017

A Ponte-Canal de Sart na Bélgica

A Ponte-Canal de Sart é uma das mais emblemáticas obras hidráulicas de Engenharia Civil da Província de Hainaut, na Bélgica. Foi construída em 2002 e inteiramente executada com betão pré-esforçado, no âmbito do plano de modernização do Canal du Centre. A estrutura tem um tabuleiro estanque com comprimento de 498 metros, profundidade de 7,10 metros e largura de 46 metros, permitindo a navegação de embarcações de carga e recreio de grandes dimensões.








Fonte: https://www.engenhariacivil.com/

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Cientistas desvendam segredos de concreto super-resistente criado na Roma Antiga


Pesquisadores desvendaram a química do concreto romano que há milhares de anos resiste à erosão do tempo.
Barragens marítimas construídas na época da Roma Antiga empregavam uma mistura de cal e cinzas vulcânicas para manter as rochas unidas. Agora, cientistas descobriram que elementos do material vulcânico reagiram com a água do mar, fortalecendo a construção.
Eles acreditam que isso pode levar ao desenvolvimento de materiais de construção que gerem menos impacto ambiental.

A mistura moderna de concreto erode com o tempo. Já a versão romana, em vez de erodir, parece se tornar ainda mais forte com a exposição ao meio ambiente, em especial diante da presença de água do mar, aponta a pesquisa publicada no periódico científico American Mineralogist.
Em testes anteriores de amostras de barragens e marinas romanas, pesquisadores identificaram que o concreto romano contém um mineral raro chamado tobermorita de alumínio. Eles acreditam que essa substância se cristalizava no cal conforme a mistura romana se aquecia ao entrar em contato com a água do mar.
Novos testes mais detalhados foram realizados usando um microscópio de elétrons para mapear a distribuição dos elementos. Também foram utilizadas outras técnicas, como raio-x de microdifração e espectrocopia Raman parar compreender melhor seus aspectos químicos.
O novo estudo aponta a descoberta de uma significativa quantidade de tobermorita crescendo dentro da composição do concreto, em conjunto com um mineral poroso chamado phillipsita.


Prevenção a rachaduras

Os pesquisadores afirmam que a longa exposição à água do mar contribuiu para que esses cristais continuassem a crescer ao longo do tempo, fortalecendo o concreto e prevenindo o surgimento de rachaduras.
Marie Jackson, cientista da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, e principal autora da pesquisa, diz que, "contrariando os princípios do concreto moderno baseado em cimento, os romanos criaram um concreto parecido com uma rocha que se beneficia da troca química com a água do mar". "É algo muito raro na Terra."
A mistura antiga é bem diferente da abordagem moderna. Edifícios são construídos com concreto baseado em cimento Portland. Isso implica em aquecer e triturar uma mistura de diversos ingredientes, como calcário, arenito, cinzas, giz, ferro e argila. Esse material depois é misturado com "agregadores", como rochas ou areia, para erguer estruturas.
O processo para fazer cimento tem um alto custo ambiental, sendo responsável por 5% das emissões globais de CO2. Então, um melhor entendimento da fórmula romana poderia levar a materiais mais amigáveis ao meio ambiente?
Projeto prevê a criação de uma rede de lagoas artificais no Reino Unido para gerar energia a partir das ondas e das marés

Jackson está testando novos materiais usando água do mar e rochas vulcânicas. Em entrevista à BBC no início deste ano, ela defendeu que o projeto Swansea, que prevê a criação de uma rede de lagoas artificais no Reino Unido para gerar energia a partir das ondas e das marés, seja feito com a técnica antiga.
"Ela era aplicada para construir estruturas enormes que eram ambientalmente sustentáveis e muito duradouras", afirmou.
"Acredito que o concreto romano ou uma variação dele seja uma boa opção (para Swansea). O projeto precisará funcionar por 120 anos para amortizar o investimento necessário. O cimento Portland contém reforços de aço, e eles seriam corroídos na metade desse tempo."
Há alguns fatores, no entanto, que tornam a retomada da abordagem romana um tanto desafiadora. Um deles é a falta de rochas vulcânicas adequadas. Os cientistas afirmam que os romanos tinham sorte de encontrar os materiais adequados no quintal de casa.
Outro impeditivo é não saber exatamente as quantidades da mistura empregada na Roma antiga. Descobrir essa fórmula pode exigir anos e mais anos de testes.




Fonte:

XXI Congresso da Ordem dos Engenheiros "Engenharia e Transformação Digital”